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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Credivaz vai eleger nova Diretoria

Existe em Vazante uma Cooperativa de Crédito Rural, a Credivaz, e ela vai eleger no próximo dia 13 sua nova diretoria. Duas chapas disputam o pleito.

A entidade tem perto de 1,8 mil associados e três agências naquela região.

No entanto, o Edital da Convocação para a Assembleia, datado de 22 de janeiro último, manipula não só o horário de sua realização, bem como esconde o real objetivo da mesma Assembleia.

Na Ordem do Dia, o edital traz apenas dois itens, um pra Reforma Geral do Estatuto Social do Sicoob Credivaz, sem alteração do objetivo social, na dita assembleia extraordinária e o segundo item fala da assembleia ordinária.

O detalhamento da pauta da Ordem do Dia está embutido na Convocação para a Assembleia Ordinária através de cinco subitens. No entanto, o mais interessante é que ambas as reuniões acontecem no mesmo horário e local, para assuntos distintos e diferentes.

Há ainda o fato de que a primeira convocação está marcada para as 7h30, com no mínimo 2/3 dos associados; a segunda para as 8h30 com metade mais um dos associados e a terceira e última convocação para as 9h30 com no mínimo dez associados. Já a eleição está marcada para ter início às 10h30, com duração máxima de oito horas ininterruptas, podendo ser encerrada antes, desde que todos os associados presentes e com direito a voto tenham votado.

É esperar pra ver o que vai dar, já que o clima é bastante tenso, uma vez que a situação tem uma oposição bastante atuante e competente.

Mínimo: nas mãos do STF (!?)

A questão da correção do valor do Salário Mínimo aprovada, descaradamente pelo Congresso Nacional – onde cada parlamentar além de ter inclusive direito a papel higiênico pago com o dinheiro do povo, ainda recebe a módica quantia de R$26,7 mil de salário todo mês – vai acabar nas barras do tribunal, no caso o Supremo Tribunal Federal.

Bom isso se algum partido, sobretudo os de oposição, tiver mesmo peito para tal.

Tudo por obra e graça do fato de que a correção, nos próximos quatro anos, não precisará ser votado pelo Congresso, rasgando assim a Constituição Federal. Ela diz que o mínimo tem que ser votado no Congresso, através de Lei

O que aprovaram foi a autorização para que o Executivo use Decreto pra tal.

Vergonhoso, Vexatório, Estapafúrdico, Indecoroso é como podemos classificar o fato de congressistas abrirem mão de sua função!