A criação da Agência Nacional de Comunicação, para regular os meios de comunicação, nada mais é do que o ressurgimento do DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) getulista.
Não interessa se o contudo vai ser avaliado depois de veiculado, como alegam os defensores da proposta Frakliana, pois é Censura da mesma forma.
Segundo a reportagem da Folha de S.Paulo, o documento de 40 páginas não traz parâmetros para se avaliar o conteúdo. Então é de deduzir que seja subjetivo, portanto, vai da cabeça de quem avaliar. Aí, meu Deus, é aquilo que já sabemos.
Mas por outro lado, a Constituição Federal é clara quanto a propriedade e conteúdo de veículos de comunicação. Basta cumpri-la, mais delongas e frescuras,