domingo, 4 de outubro de 2009

É chega a hora, entidade própria

Não foi com espanto, muito menos com indignação, que recebi a informação prestada pelo velho companheiro Ademir, dando conta da extinção da subsede regional do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais, em Uberlândia. Afinal de contas se ela existia de direito, de fato nunca foi operante, atuante, enquanto espaço físico delimitado entre paredes. Foi sim, operante e atuante, através de trabalho isolado de uns poucos abnegados, que fazendo parte ou não da chapa diretiva da entidade estadual, agiam em prol da Classe/Categoria, na cidade e na região.
Era pra lá de meados da década de 1980, e o que se apregoa agora: a retomada das atividades na subsede de Uberlândia é um marco na integração entre os jornalistas do interior e da capital, que deve ter como meta a unificação da data-base da categoria e o piso salarial, independente da função e região de atuação dos companheiros, pois somos todos jornalistas e exercemos a mesma profissão, ganhava uma luta travada entre patrões e empregados, com a mediação de S. Exa. Michel Mellin, então vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho em Minas Gerais, numa das salas de audiência do fórum Abelardo Pena, em Uberlândia.
Respondia pela então subsede sindical, sem espaço físico delimitado, Almerindo Camilo, hoje atuando em sua empresa de assessoria, na capital mineira. Alguns outros companheiros, como J.B. Curi – de saudosa memória -; Edmundo Heráclito; Marcos Menezes; Dolores Mendes; defendiam a necessidade de um piso salarial para os profissionais do jornalismo local, muito embora a maioria esmagadora deles sequer tivesse registro de provisionado. Tirando os antigos que haviam sido abrangidos pelo Decreto da Junta Governativa de 1969, os demais estavam nessa situação.
Num gesto de magnitude legal, o empresário Tubal Siqueira Silva, fez com que os profissionais que militavam em suas emissoras, de rádio e televisão – respectivamente: Cultura AM e FM e TV Triângulo -, fossem devidamente registrados. Nos jornais, a preocupação não existia, assim como nas demais emissoras.
Mas fato é que a luta pelo piso salarial foi vencida por aqueles abnegados, e se fixou o valor e a tão sonhada data base, diferentemente dos da capital. Mas foi uma conquista. Independente do espaço físico para a subsede.
Chegou-se a década de 1990, a primeira fornada de jornalista devidamente diplomados pela Faculdade, estava para ser colocada nas ruas da cidade, para um mercado de trabalho, que até hoje é ilusório e praticamente inexistente. Era preciso fazer algo em relação aos provisionados e àqueles que sequer tinham esse registro. Formou-se uma comissão, sem apoio do SJPMG, para discutir a questão. E a subsede, mesmo sem espaço delimitado, ao menos oficialmente, tinha como responsável Marcos Menezes. Reuniões e mais reuniões, viagens e mais viagens deste articulista, a fim de se saber como, de qual maneira, solucionar o problema. Novamente, nova conquista, e todos tiveram suas situações legais solucionadas junto à Delegacia Regional do Trabalho, em Belo Horizonte.
Agora se fala em que acabar com a subsede é um retrocesso, praticamente uma aberração, uma afronta para com a Categoria local. A qual, diga-se de passagem, enfaticamente, nunca foi una e muito menos interessada em defender seus próprios direitos. Em que o mercado de trabalho é cada vez mais minguado, com as emissoras de rádio lincando com redes, jornais e revistas em que jornalista é dono, repórter, e editor, e por ai vai. Fala-se em necessidade de data base, piso salarial, concomitante com a capital estadual. Em marco de união entre capital-interior. Fatos que nunca existiram e jamais existirá independentemente de haver ou não uma subsede com espaço físico delimitado entre paredes. Quer seja por estrita falta de união e interesse dos que atuam no jornalismo uberlandense, quer seja por vontade dos dirigentes estaduais. Desses, muitos apenas e tão somente enxergaram e enxergam o próprio umbigo, ou seja, apenas aqueles que frequentam a pomposa sede da avenida Álvares Cabral, ou melhor, apenas a capital.
Balela, pura balela. No entanto é chegada a hora. Sim, chegada, para não se falar que está mais do que na hora, pois ela já está até passando, de se dar um basta a essa situação e se criar o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Pois o mesmo sentimento de abandono e desprezo que muitos em Uberlândia sentem em relação à avenida Álvares Cabral, pode ser verificado em Patos de Minas, Uberaba, Araxá, Ituiutaba, Araguari, Frutal, Patrocínio e tantas outras cidades que formam essa vasta região.
Arregacemos as mangas, então, não pela reabertura de uma subsede que nunca funcionou como deveria e jamais irá funcionar, mas sim pela criação da nossa própria entidade sindical.
Eis a mensagem do Ademir:
Há praticamente um mês, mais precisamente a partir do dia 09/09, a subsede do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) em Uberlândia, no Triangulo Mineiro, foi fechada. E até a noite de ontem, 01/10, quando a Oposição Sindical participou de uma reunião com os jornalistas de Uberlândia, não havia um posicionamento da diretoria sobre a volta do funcionamento da subsede.

Para a Oposição Sindical, a retomada das atividades na subsede de Uberlândia é um marco na integração entre os jornalistas do interior e da capital, que deve ter como meta a unificação da data-base da categoria e o piso salarial, independente da função e região de atuação dos companheiros, pois somos todos jornalistas e exercemos a mesma profissão.

E é por isso que a Oposição Sindical refuta os argumentos da diretoria do SJPMG de que não há recursos para manter a subsede, cujo aluguel é de R$ 200,00 mensais, e de que não há demanda política para cidade ou região. Ora, como se não fosse importante fazermos uma forte campanha salarial no interior do Estado.
Diante dos fatos, a Oposição Sindical defende a retomada imediata das atividades na subsede de Uberlândia, e já está comprometida com a realização de um encontro de jornalistas na cidade.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Apenas fumaçae quem viver verá!

O portal da Folha, agora a pouco, estampava que Aécio Neves, governador de Minas, defende previas no tucanato (PSDB), a fim de se definir quem será o candidato a presidente da república pelo partido, se ele ou o governador paulisa José Serra. E dizia o portal ainda que Aécio descarta ser vice. A fumaça foi lançada, apenas fumaça, pois o fogo mesmo é em outro lugar. Logicamente que Aecinho descarta a vice, pois tá de malas prontas pra rumar ao antigo ninho: o PMDB. Ele é o preferido de Lula para a corrida sucessória - há tem resistência no PT -, mas eu to dizendo que ele é o preferido do Lula e não do PT. Por outro lado, Aecinho apoiaria Fernando Pimentel para a sua sucessão ao palácio da Liberdade. Mas e Patrus? esse vai ao Senado.E Costa? procure uma encosta! São 2 as cadeiras, a do próprio Costa e a de Azeredo - esse dizem que os tucanos querem para a sucessão a Liberdade, mas creio que para Federal tá de bom tamanho -. Por outro lado, e o Anastasia - esse se Aecinho subir a rampa do Planalto, vira Ministro Chefe da Casa Civil. Ah, outro detalhe: caso o governador mineiro suba mesmo a rampa, Odelmo Leão, atual prefeito de Uberlândia, a segunda maior cidade mineira, apesar de ser do PP, vai para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, entregando ao vice o comando local, mas de olho na sucessão em 2012, com o hoje vice-lider do Governo na Câmara Federal: Gilmar Machado, do PT.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Interna Corporis (corporativa?!)

S.Exa. Eros Graus arquivou em definitivo as 11 denúncias contra o presidente do Senado, José Sarney. Afirmou que o STF não pode se manifestar sobre coisas internas do Legislativo, usou a tal da Interna Corporis, terminho em latim que ajuda a tirar o .. da reta! Essa coisinha deveria também servir para que o Ministério Público parasse de meter o bedelho em Prefeituras, Governos Estaduais, Camaras Municipais, Assembléias Legislativas, Sindicatos classistas, entre outras. Mas....

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Potências reunidas!


Reinaldo Rosa, presidente do Sintocom-TAP (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Uberlândia, Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba) e Secretário Nacional da Força Sindical para a Formação do Trabalhador, manteve entendimento com um dos maiores especialistas em Talentos Humanos do pais, Cicero Domingos Penha, Vice Presidente Corparitivo de Talentos Humanos do Gurpo Algar. Eu tive a chance de fazer a foto. Ainda bem que sou ASPONE de um e amigo dos dois

40 horas de jornada trabalhada

Parte da delegação uberlandense, de trabalhadores, capitaniada por Reinaldo Rosa, presidente do Sinticom-TAP, ao debate sobre as 40 horas de jornada dos tragbalhadores, ocorrida em Brasília, no dia 25 de agosto de 2009

Dificil, mas não imposivel



Gente, lá em Brasília, a coisa tava feia. Foi durante o dito debae sobre as 40 horas para a jornada dos trabalhadores. Bem eu com também sou trabalhador e a CLT - Consolidação das Leis do Trabalho -, lá pelo seus 300 e tantos artigos estabelece que devo trabalhar 30 horas semanais, enquanto jornalista sem cargo mandatario, praticamente to fora desse papo. No entanto, sou a favor, plenamente, que a carga horária seja reduzida pra 40h. mas o que quero mesmo é mostrar as fotos. Então, elas estão logo ai. nessa eu, e a minha direita o diretor de comunicação e marketing do Sinticom-TAP, Sebastião Raimundo

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Palhaçada pura e simples esse trego de não fumar

Tá virando palhaça pura e simples esse treco de não poder fumar aqui ou acolá. SP, MG e RJ tão de bricadeira. Afinal ninguém é forçado a fumar. O tabagismo paga imposto legalmente. O PÓ e o FUMO e o CRACK não, mas continuam ai, de boa! Palamentar trabalha de 3ª a 5ª, também de boa, sem problema algum. O trablahador normal quer reduzir a jornada pra apenas 40h por semana e não consegue. o Trabalhador normal ganha 465 mangos por mês o parlamentar, bem esse... sabe-se lá o real montante.! Vamos parar com essa PUTARIA de querer proibir isso ou aquilo, cá ou acolá!!!! Vamos tratar de trabalhar!!!!!!!!! Chega de PALHAÇADA!!!!!!!