“Servos, obedecei aos vossos senhores temporais, com temor e
solicitude, de coração sincero, (...) não por mera ostentação, só para agradar
aos homens, (...) Servi com dedicação, como servos do Senhor, e não dos Homens.”
(Ef 6, 5-7)
Não adianta falarem e ou deitarem verborragia sobre o que
ocorreu ontem na maior cidade do Triângulo Mineiro, Uberlândia. Como bem postou
meu amigo Luiz Carlos Souza, um dos melhores radialista com quem já tive o
prazer de trabalhar, “tem muita gente falando muita bobagem sobre os acidentes
das fortes chuvas de ontem, mas esse problema é sério e vem se arrastando ao
longo dos anos, não adianta nada ficar falando bobagens.”
Pois é, lembro como se hoje fosse, final da década de 1980, estávamos,
eu e Luiz Fernando, lá n’O Triângulo – ali na Vigário Dantas -, um “pé d’água”,
conhecido como tromba d’água, caiu,
ninguém de lugar algum pra lugar nenhum podia ir. Nada menos do que vinte e sei
bairros ficaram isolados além do ribeirão São Pedro.
Puta merda? Ribeirão São Pedro, que treco é esse? Simples:
um Corguinho que que corre por debaixo da Rondon, ali do cruzamento da João
Naves inté num Praia, lá na barranca d’Uberabinha, que foi fidedignamente
tapado por obra e graça d’algum alcaide “melanomaco”, pois inté “estádio monumental”
se faz nessa terra em que nem time de futebol tem!
Mas, voltando ao acontecido ontem, 29, cá na “terra de
ninguém”, como tal o atual alcaide não tem responsa alguma, e por sinal o “moço
de Uberaba”¹, que respondeu por oito anos seguidos pela prefeitura, muito
menos, assim como o de “São Paulo”² que por quatro vezes dirigiu a terrinha,
bem como o de Formiga³, ou mesmo os nato4.
A situação é mais agravante do que se pensa ou se imagina
Uberlândia seja uma significação de Geena, lamentável. Assim traduziu ou deixou
claro o professor Paulo Cesar Mendes, da UFU (Universidade Federal de Uberlândia)
ao falar a pouco no MG TV da TV Integração, quando relembrou que o volume de
água de ontem foi próximo ou semelhante àquele que cito acima.
Todavia, o atual ocupante da cadeira de Secretário,
responsável pela realização de serviços desse naipe ou estirpe, não tem cabedal
para tal, haja vista que quando ocupou a direção geral dos distritos
uberlandenses, só houve reclamações bem como desagrado e retrocesso nos mesmos.
Entretanto, é bom ressaltar tanto ao secretário quanto ao
alcaide o que disse Paulo aos Efésios. Ao alcaide mais ainda que Ishá é lembrada
efetivamente em Gn 16, 1 – 15; Dt 24, 1; Nm 27, 1-11
Então, não adianta desfilar com o Secretariado pelas ruas e
avenidas afetadas. Ainda mais que o problema dos locais afetados talvez seja
até mais antigo do que a década de 1950 ou 1960 em Cascalho Rico.
¹Odelmo Leão Carneiro Sobrinho
²Virgilio Galassi
³Paulo Ferolla da Silva
4Zaire Resende e Renato de Freitas

Um comentário:
Caro amigo Alaor e quem que que venha a ler esse simples comentário, o problema da Rondon Pacheco começa pelo nome da majestosa avenida, como muitos enobrecem o ex governador ,os antigos que viveram sabem muito bem que ele ferrou com muita gente e depois a avenida com o mesmo nome,se não me engano existe uma lei que proíbe nomes de pessoas ainda vivas em avenidas e rua , mas voltando ao assunto do diluvio de ontem, em 1982 teve um diluvio semelhante e ja não tinha concerto ,visto que a maior cidade brasileira tem problema semelhante com os rios Pinheiros e Tiete ,a capital do estado tem problemas como Arruda, e todos esses não estão correndo em galerias , entanto meu caro e nobre repórter, temos que cuidar ver nossas construções onde não existe mais área verdes e sim concreto em cima do chão ,onde a terra abençoada ppor Deus esta sendo coberta de concreto e jogando toda a água da chuva abençoada em direção a Rondon Pacheco, Getúlio Vargas,e prof Minervina Candida de Oliveira, a culpa nada tem a ver com os prefeitos ou mesmo com a natureza,a culpa é só nossa ,passa na Rondon e olha a quantidade de sacolinhas plasticas nos bueiros.
Saudações de São Pedro nobre amigo.
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