É o que Joseph Alois Cardeal Ratzinger, Papa Bento XVI está promovendo na relação entre Igreja Católica e Judeus.
O Vaticano divulgou trechos do segundo volume do livro “Jesus de Nazaré”, de autoria papal, no qual ele exime os judeus da culpa da crucificação de Jesus.
Segundo o Papa, apesar de o Evangelho de João dizer que quem acusou Jesus, para o governador Pôncio Pilatos, ter sido os Judeus, "Mas o uso dessa expressão por João não indica de forma alguma - como o leitor moderno poderá supor - o povo de Israel em geral, menos ainda tem um caráter 'racista'".
Bento XVI lembra que o próprio João era Judeu, assim com Jesus e seus seguidores. Então para o chefe da Igreja Católica Apostólica Romana, os acusadores foram os integrantes da Elite do Templo, que se viram aviltados por Jesus que se declarara Rei dos Judeus e teria violado a Lei Religiosa Judaica.
Para um alemão que integrou a Juventude Hitlerista e a SS, mesmo contra a vontade como dizem, é um avanço importante para se acabar com o antissemitismo, que durante séculos perdura na Igreja.
Ah é bom lembrar também que o Concilio Vaticano II, em 1965, também já repudiou a ideia coletiva de culpa da crucificação de Jesus imputada aos judeus
Nenhum comentário:
Postar um comentário