Ninguém se iluda, pois a ausência do PDT na reunião de Dilma com os líderes dos partidos governistas, hoje, foi sim retaliação pela insubordinação do partido na votação do salário mínimo na Câmara.
Mesmo tendo o Ministério do Trabalho e Emprego, com o presidente partidário
Carlos Luppi ocupando o cargo de Ministro, o PDT liberou seus deputados para votarem como quisessem.![]()
Até porque Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, defendia 560 para o mínimo. Ele é do PDT de São Paulo.
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