De volta a criação da chamada Comissão da Verdade, pra ressuscitar defunto que já fedeu.
A defesa de sua criação foi feita, agora a pouco, pela Secretária Nacional de Direitos Humanos, Maria do Rosário Nunes, na Comissão de Direitos Humanos do Senado.
Ela diz que não se trata de revanchismo. Mas sim investigar o que classifica de crime cometidos por agentes do Estado durante o período do regime Militar. Rosário entende que “saber o que aconteceu no período é uma dívida que o Estado brasileiro ainda deve às famílias dos mortos e desaparecidos”.
Esse defunto já fedeu e faz tempo, desde a edição da Anistia (ampla, geral e irrestrita). Não sei porque ainda tem gente a insistir que se deva chafurdar no passado.
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