A Academia Brasileira de Letras (ABL) lançou nesta semana pela Companhia Editora Nacional, com 56 correções, a 2ª edição do Dicionário Escolar da Língua Portuguesa, executada pelo seu Setor de Lexicologia e Lexicografia, com a supervisão do filólogo Evanildo Bechara. A nova edição, com 1.312 páginas e 33 mil verbetes, tem tiragem de 20 mil exemplares e custa R$ 32,90. Tudo graças ao imortal José de Ribarmar Ferreira de Araújo, que quando ocupava a cadeira palaciana planaltina, deve ter se visto mordido por alguma marimbondo em fogo e proposto as novas regras ortográficas vigorantes desde o último dia primeiro, mas só aqui entre nós do Brasil, que não falmos e muito menos escrevemos Português e sim BRASILEIRO! Êta, nóis!
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